(Source: jjelissa, via ibreathehiphop)
(Source: amazingatheist, via harpias)
Se vai 2011… e sabe o que ele leva?

Lá vai ele, lá vai mais um. 2011, mais um ano. E puxa, que ano! Dos piores sofrimentos às maiores alegrias. Dos sorrisos mais verdadeiros aos abraços mais mentirosos. Do choro intenso de alegria ao choro mais dolorido de decepção. Tudo aconteceu nesse balaio de 365 dias, mas pelo menos, apesar de tão forte, o saldo desse ano foi positivo. Ainda bem.
Aprendi que às vezes devemos ouvir mais nossa intuição dizendo “isso vai te machucar. E muito”. Aprendi que muitas atitudes que parecem verdadeiras e nobres não o são. Aprendi que as pessoas não querem nos proteger, pelo menos não sempre, mesmo que elas te digam olhando no olho: “tudo que eu menos quero nessa vida é te ver sofrer, porque eu te amo mais do que tudo no mundo.” Aprendi que amor não é o que a gente às vezes acha que ele é, e nem sempre por ele ser dito ele é sentido de fato. Há quem o diga apenas em benefício próprio, para suprir algum vazio, mas não significa que a pessoa sinta de fato aquilo por você. E isso eu aprendi. Ainda bem.
Mas também aprendi que as pequenas alegrias da vida são o melhor dela. Enquanto alguém te machuca, tem outras dezenas de pessoas que querem (de verdade) o seu bem. Enquanto alguém passa por cima dos seus sentimentos e da história desses sentimentos, outras pessoas vem e te oferecem o colo e o conselho que você precisa. Amigos são os “anjos-da-guarda”, e descobri (redescobri também) que tenho bons deles por perto. Ainda bem também.
Em 2011, eu morri e renasci de novo. Morri de tristeza, morri de decepção, mas renasci, alegre, e redescoberta, pois eu pude ver que não há certos ou errados nessa minha história que foi dolorida e se arrastou por anos, e que até disseram que sobre ela eu omito, aumento ou oculto fatos para parecer mais triste. O que não é verdade, pois quem não sente não pode mensurar o tamanho de certas dores… é dar opinião sobre algo de que não se tem conhecimento.
Em 2011, eu deixo as palavras que não foram verdadeiras, as declarações sem valia, os sentimentos que foram ressuscitados e mortos logo em seguida. E pra 2012, eu vou levar os sorrisos, os colos, e principalmente, levarei a mim mesma, que voltei a ser o que eu sempre fui, livre dessa carapaça de tristeza e dúvida sem fim: sorridente, sincera, e principalmente sem medo de ser o que eu deixei de ser durante muito tempo em nome de algo que não era tão maior assim. Mas apesar disso tudo, não deixei de acreditar no amor. Em todas as suas formas.
Que 2011 traga um 2012 incrível para todos nós. O melhor ano de todos, caso o mundo acabe logo ali. :)


